segunda-feira, 30 de maio de 2016

PRONTAS PARA A VIDA.

              Não aparecem todas na foto mas estavam cinco no momento do registo.

                     Está a aproximar-se o fim do ciclo da dependência dos progenitores para o trio da geração do ano de 2016 das cegonhas brancas do centro cívico de Lanheses, tudo levando a crer que dentro em breve o ninho onde nasceram irá ficar desocupado. Está à vista a "boa saúde" da nova geração (a sétima) e apesar das proporções da "residência" o espaço começa a ficar deveras limitado para albergar os cinco elementos da família de Dona Lala e sr. Lima. Bastam alguns minutos de observação dos movimentos que acontecem no cimo da chaminé para constatar os ensaios  que os juvenis executam no sentido de exercitarem as asas para os primeiros voos por sua conta e risco. E, embora as fotos hoje recolhidas mostrem toda a família, na última semana a ninhada, por algumas vezes, não tinha a vigiá-los nenhum dos adultos.

          Com o sucesso de sempre está em vias de cumprir-se o ciclo de vida desta interessante espécie migratória.








Fotos: doLethes
Remígio Costa

A MINHA TERRA É VIANA.



            Quem conheceu Viana como se vê na fotografia acima inserida só a reconhece na atualidade pela linha férrea, pela Igreja de Nossa Senhora do Carmo (à direita) e pela Basílica de Santa Luzia e do Hotel no cimo da montanha. Alguns, poderão também identificar a antiga Fábrica das Boinas perto da atual passagem subterrânea para peões no início da Rua Manuel Fiúza Júnior e da Avenida 25 de Abril. De resto, a Avenida Abel Viana paralela à ponte Eiffel onde ainda aparece o peculiar posto da brigada de trânsito de GNR (o terror dos condutores de viaturas...) e o urbano construído visível são, agora, substancialmente diferentes quando comparado com a imagem hoje colhida sensivelmente no mesmo local.



                      A partir da Ponte Eiffel, aproveito a oportunidade para mostrar fotograficamente um pouco da zona do estuário do rio Lima e do Jardim Público, na convicção de que Viana do Castelo já deixou de ser a "Princesa do Lima" porque é, há muito, Rainha de Beleza.











Fotos:doLethes
Remígio Costa

quinta-feira, 26 de maio de 2016

FÉRIAS DE VERÃO 2016 - OTL PARA CRIANÇAS NA CASA DO POVO DE LANHESES (Viana do Castelo)

XXVI SEMANA CULTURAL DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARGA E LIMA, LANHESES, VIANA DO CASTELO.



CONHECER (MELHOR) O POVO QUE SOMOS.



      Tendo participado com um grupo de colegas da Academia Sénior do IPVC, estive ontem quarta feira dia 25 na cidade de Barcelos, com a perspetiva de visitar o Museu Arqueológico e o Museu de Olaria, em complemento dos objetivos programados para a disciplina da História da Arte que incluiu visitas a locais e monumentos de interesse histórico e cultural. A ação levada a cabo foi superiormente coordenada e orientada pelo professor da disciplina, dr. Alberto Antunes de Abreu, destacada figura vianense na área do ensino, da cultura, autor de obras e investigador de arqueologia e história regional.

      O Museu Arqueológico está instalado a céu aberto nas ruínas do Paço dos Duques de Bragança datado do século XV e Casa que foi dos Condes de Barcelos, estando alinhados nas imediações alguns achados arqueológicos recuperados pela região. No recinto sobranceiro ao rio Cávado está o monumento que configura a cena do abortado enforcamento do desconhecido acusado do furto da Cruz que deu origem à lenda do famosíssimo "galo de Barcelos". A vista alonga-se pelo vale onde o rio se apressa entre o casario das margens num quadro de sugestiva atração e novidade paisagística. 

     Na Igreja Matriz, ao lado, a entrada impunha-se mesmo que não constasse do roteiro da visita. Belo templo com  arquitetura influenciada pelas épocas que atravessou, sendo notáveis a Capela Mor e algumas pinturas maneiristas.



     Já no Museu de Olaria houve oportunidade de ver uma Exposição temporária muito completa com trabalhos de Júlia Ramalho, neta de Rosa Ramalho que, obviamente, tem destacada projeção no Museu quer em referências em painéis afixados estrategicamente no espaço requalificado, quer nas obras e retratos expostos. São muitos e variados os trabalhos em exposição não só da consagrada e famosa barrista Rosa Ramalho como de vários componentes da sua árvore genealógica. Nas restantes secções do espaçoso Museu podem contemplar-se peças em barro provenientes de diferentes pontos do nosso país, sobretudo da região transmontana e utensílios primitivos dos artífices do barro.

    Após o almoço de confraternização que faz parte do estreitamento dos laços de boa convivência académica, o grupo beneficiou de um tempo livre que foi aproveitado para visitar o casco urbano da cidade minhota, subir à Torre da Porta Nova, deixar-se prender pela riqueza e arte da talha barroca dos altares do templo do Senhor da Cruz, ou, para visitar a grandiosa e peculiar feira de Barcelos, a qual, foi esta semana antecipada para a quarta feira por força do regresso do feriado do Corpo de Deus.

    Dia bastante aliciante e enriquecedor em ordem ao reforço do orgulho e conhecimento do valor do povo que somos. 













                                         MUSEU DE OLARIA


























                                                            PAINEL DE SOFIA BEÇA













 


    


                                       OUTRAS







Fotos doLETHES
Remígio Costa