quinta-feira, 31 de julho de 2014

ENCERRAMENTO DAS ATL DA CASA DO POVO DE LANHESES

            


               Terminam esta tarde as actividades dos tempos livres (ATL) que decorreram por iniciativa da Casa do Povo de Lanheses entre meados do mês de Junho até hoje 31 de Julho. Frequentaram a actividade cerca de trinta crianças de ambos os sexos até aos 12 anos de idade, acompanhadas e orientadas por Marisa Vale, pelo Jorge e Dª Lourdes, funcionária permanente da referida instituição.

                Durante cerca de um mês e meio as crianças dedicaram-se a variadas acções lúdicas e de entretenimento quer nas das instalações que ocuparem quer em diversos locais a que se deslocaram onde existiam condições adequadas às idades e interesses dos frequentadores.



                Assim, as crianças puderam experimentar e colaborar em trabalhos de pintura, colagens e enfeites de São João como os conhecidos manjericos e em que participaram, confecção de flores no dia dedicado aos Avós e preparação de saladas de fruta, compotas e mousse de chocolate e variados trabalhos manuais. 



                Fora do centro onde decorreu, as crianças deslocaram-se à  casa da Dª Áurea, com lavoura tradicional onde lhes foi mostrado o processo de fabrico de pão de milho, a broa agora muito apreciada em piqueniques e festas privadas, bem como conhecer apetrechos reais ou miniaturas criadas pelo marido da dona de casa, António Rocha, que eram (e ainda são) usados na agricultura familiar. Puderam, também, as crianças fazer algum tempo de praia na costa do mar de Viana.



                Na Quinta de Pentieiros, Estorãos, Ponte de Lima, onde também estiveram, as crianças tiveram oportunidade de contactar com animais em liberdade na natureza, plantas, flores,  nadar na piscina e praticar desportos radicais, o que os deixou verdadeiramente felizes.


               
                Na tarde do encerramento que está a decorrer no Parque Verde de Lanheses, há grande actividade no uso de dois insufláveis, na prática de vários desportos que envolvem monitores e alguns encarregados de educação presentes, jogos tradicionais, pintura nas caras e muita, muita alegria e movimento num ambiente onde se respira saúde e felicidade. Está presente em representação da Casa do Povo, o membro da direcção sr. Carvalhido.











             

                                                          FIM

Texto e fotos doLethes
Remígio Costa

quarta-feira, 30 de julho de 2014

O MELHOR DO ANIVERSÁRIO.

                        OBRIGADO.

                   O valor de um simples cumprimento de saudação, a formulação de votos de bem estar e a manifestação de sentimentos de amizade de alguém que nos estima e considera, de um amigo afinal, não ganham mais importância quando formulados em dia de aniversário do que numa outra qualquer oportunidade ou encontro vulgar de todos os dias. Todos os momentos são oportunos para uma palavra atenciosa, um olá de simpatia, um reparar em alguém que passa junto a nós e lhe oferecemos um olhar e um sorriso. E, se a pessoa a quem damos um pouco da nossa atenção tiver vivido bastantes aniversários, mais consolo interior e gratidão enchem o coração a quem eles são dirigidos.

                      Com a maior sinceridade afirmo a minha admiração pelo número de saudações de aniversário que recebi. E, pessoalmente, ainda hoje. Não imaginava. Li todas e, os nomes de quem pensou em mim, familiares mais próximos e membros de família que nunca conheci, amigos pessoais de relações mais próximas e outros de seguimento pela identidade, conhecidos de longa data ou mais recentes, muitos, muitos...

                     Carinho, o melhor que me foi oferecido de quem comigo partilhou este dia: coincidentemente, o da ocorrência de mais um aniversário.

                      Obrigado.


                                                      Remígio

                                Prenda do Luís Pedro, o gestor dos gelados do avô.
                           
               Da Catarina, os versos e a criatividade em papel reciclado.
                           
            Da Inês, o Equivalenza, os versos que me dedica e só li metade...
                                ...e divulgo aqui.

RC. doLethes.

terça-feira, 29 de julho de 2014

GRATIDÃO.



DOU GRAÇAS A DEUS PELO QUE NÃO FUI

Dou graças a Deus pelo que não fui.
Louvo ao Senhor por me ter ajudado a ser o que agora sou;
Por ter-me dado a família onde cresci
E ser parte desta onde hoje sou.

Pelos amigos que tive e são agora saudade,
Por estes que agora preservo e muito estimo,
Pelos sentidos que me moldaram a vontade
E me ajudaram a caminhar sem tropeçar nas pedras do caminho.

Sem saber quando será o fim da caminhada,
Vivo hoje como se amanhã não houvesse;
Sem esquecer que este que sou é nada,

Tenho sempre em mente que o tempo rápido fenece
Qualquer obra feita ou mesmo inacabada
Por mais nobre e louvável que pensado tivesse.

Remígio Costa, 2014.07.29



segunda-feira, 28 de julho de 2014

COMO VIRAM A FESTA OLHOS FEMININOS.

             Todas as imagens que até aqui divulguei relacionadas com as festividades em honra do Senhor do Cruzeiro e das Necessidades deste ano de 2014 são da minha autoria. Não tendo sido uma intenção deliberada, é provável que as imagens por mim colhidas sejam influenciadas pelo modo como vejo e sinto as coisas, não obstante o cuidado que sempre uso em ser imparcial e procurar aproximar a verdade da fotografia à realidade que a mim sensibilizou.

            Entendi que talvez fosse interessante usar olhos femininos para verificar se a visão de uma mulher é diferente do modo de ver masculino, se há coisas que escapam ao olhar de um e são evidentes aos olhos de outro. Resolvi colocar nas mãos de uma mulher outra máquina e pedi-lhe que focasse o que entendesse sem outra preocupação senão colher a esmo um cliché de algo que a tivesse atraído e achasse por bem fixar.

          Então, saiu assim:






































                              

                                ESTA, EU CONHEÇO BEM. TEM DIREITO A DUAS.
                             
                                AI, ACHASTE PIADA? ESTÁ MELHOR.




                             

 DEVE TER PASSADO POR AQUI UMA LAGARTIXA, MAS DEPRESSA DEMAIS PARA A VELOCIDADE DA MÁQUINA.


















                             
                       O ZÉ, PÁ, ESTÁS COM CARO DE CANSAÇO. MAS QUEM FAZ POR GOSTO, NADA CUSTA, NÃO É?



 Então, notaram alguma diferença? Eu notei algumas. A maior é que a máquina não tremeu muito, o que nem sempre acontece à que eu, agora, utilizo. Não é de estranhar: coisas novas...


Pronto. Podem ficar tranquilos. Só penso voltar a este tema daqui a um ano. Voltem p'ra praia e obrigado pela vossa paciência.

                                                                   F      I       M

Texto e fotos doLethes.
 Remígio Costa.